Amamentação Correta: dificuldades, dicas, benefícios e importância de amamentar

Confira o que você precisa saber sobre a amamentação e quais os benefícios que ela pode trazer para o seu bebê.


amamentação

A amamentação é uma fase muito importante para o bebê que acabou de chegar ao mundo, além de ser um momento especial na vida da mãe.  Apesar de se tratar de um processo natural, a amamentação é fonte de dúvidas e preocupações para muitas mulheres.

Entre essas dúvidas está a forma correta de amamentar o bebê, quais são os benefícios que o aleitamento proporciona e o que a mãe pode ou não pode fazer durante essa fase, como em relação ao uso de anticoncepcionais e a alimentação mais adequada.

O que é amamentação?

Amamentação nada mais é do que o período em que a alimentação do recém-nascido é feita apenas com o leite materno. O leite é sugado diretamente do seio da mãe pelo bebê, mas também há casos onde é necessário que ele seja consumido por meio de uma ou colher.

   

A produção do leite ocorre graças a um hormônio chamado prolactina, que é ativado quando o bebê começa a mamar. O cérebro da mãe recebe impulsos sensoriais, que libera a prolactina através do sangue até sua mama. Dessa forma, o leite passa a ser produzido conforme a criança mama.

O aleitamento deve ser a única fonte de alimento do bebê durante os primeiros meses após o seu nascimento. Quando ele completa 6 meses de vida, outros alimentos devem começar a ser incorporados, mas a amamentação deve continuar até a criança atingir os dois anos de idade.

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Foto: Hindustan Times

Importância da amamentação

O leite materno é o alimento mais completo para o bebê, sendo fundamental para que ele possa se desenvolver e crescer de forma saudável. Isso sem falar que o ato de amamentar consiste em um importante fator para que seja estabelecida uma relação afetiva entre mãe e filho.

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O leite da mãe é rico em vitaminas, minerais, proteínas e gorduras essenciais para manter a saúde do bebê, prevenindo o surgimento de doenças, como infecções, alergia e diarreia. Isso se deve à presença de anticorpos no leite, que já estão presentes desde a primeira secreção produzida, o chamado colostro, que é considerado com a primeira vacina recebida pelo bebê.

Ao contrário do que algumas pessoas acreditam, não existe leite fraco. Por essa razão, o bebê não deve ingerir água, chá ou suco para se fortalecer ou saciar a sede, pois o leite contém tudo o que ele precisa.

Não existe nenhum alimento artificial que possa ser comparado ao leite materno em relação aos nutrientes e prevenção de doenças para o bebê. Entretanto, há casos onde é necessário oferecer fórmulas alimentares artificiais.

Benefícios

Amamentar traz uma série de benefícios importantes para a saúde do bebê, contribuindo para evitar doenças, como a diarreia, pneumonia, infecção urinária e até mesmo dermatite.

Confira os principais benefícios do aleitamento:

  • Diminui a taxa de mortalidade do bebê
  • Previne contra alergias
  • Diminui as cólicas nos primeiros meses de vida
  • Deixa o bebê mais calmo
  • Reduz o risco de desenvolver doenças mentais
  • Previne infecções
  • Protege contra alergias
  • Ajuda a regular o sono da criança
  • Reduz o risco de intoxicações
  • Previne contra diabetes a longo prazo

Além dos benefícios da amamentação para o bebê, a mulher também é beneficiada. Ao amamentar, o útero da mãe retorna mais rápido ao tamanho normal e o peso após o parto é reduzido com mais agilidade. Os riscos de ela ter anemia também são reduzidos, além de ajudar a prevenir contra o câncer de mama e de ovário, diabetes e depressão pós-parto.

O que é colostro e qual sua importância?

Durante os primeiros dias após o parto, o leite recebe o nome de colostro, que apresenta uma tonalidade amarelada. Esse primeiro leite oferece proteção imunológica para o bebê, sendo mais rico em proteínas.

Nos primeiros dias, o leite surge em pequena quantidade, o que é perfeitamente normal e ocorre com todas as mulheres. Em até 5 dias após o parto, ele passará a ser produzido em maior quantidade pois, quanto mais o bebê suga, mais leite será produzido.

Uma semana depois começa a ser produzido o leite maduro, apresentando uma maior quantidade de água a princípio e no começo da mamada e com mais gordura ao final, sendo fundamental para o desenvolvimento da criança.

Quem pode amamentar

O aleitamento pode ser feito por qualquer mulher que se encontre saudável e que não apresenta dificuldades em realizar esse ato. Quem sofre de mastite (infecção dolorosa) pode oferecer o peito ao bebê ou optar pela ordenha do leite. Caso seja necessário, poderá tomar o medicamento indicado pelo médico para reduzir a sensação de dor.

Mulheres com silicone também podem amamentar pois, na maioria das vezes, isso não afeta a capacidade de produzir leite. Porém, no caso de remoção de tecido mamário, pode acabar interferindo na maneira adequada de produzir o leite.

Se a mãe for portadora de HIV ou hepatite, o recomendado é que o bebê consuma fórmula humana ou leite materno pasteurizado retirado em bancos de leite.

Como amamentar corretamente o bebê

O bebê deve ser posicionado bem à frente do seio, alinhando a cabeça e tronco, a boca bem aberta e o queixo tocando na mama. Não há a necessidade de que a mãe controle o ritmo e duração das mamadas, pois o bebê irá se adaptando naturalmente conforme as semanas passam.

O tempo de duração pode variar, durando às vezes apenas 5 minutos e outras mais que 40 minutos. O bebê deve ficar à vontade para mamar o tempo que desejar, até largar o peito por conta própria.

Como e quando fazer o bebê arrotar após mamar

O bebê ainda não coordena corretamente a respiração até os 6 meses de vida, o que faz com que ele acabe respirando ao mesmo tempo em que suga o leite. Dessa forma, o ar entra junto com o leite e se encaminha para o estômago, o que pode provocar cólicas, vômitos e até asfixiar o bebê.

Se o bebê for colocado para dormir logo em seguida à amamentação, ele poderá arrotar dormindo, provocando a regurgitação. Por ele se encontrar deitado, isso faz com que ele corra o risco de se asfixiar.

Por essa razão, após o bebê mamar, o recomendado é que ele fique por alguns minutos em posição vertical para arrotar. Isso é feito segurando a criança no colo, deixando-a o mais de pé que seja possível e mantendo a cabecinha apoiada nos ombros.

Dar alguns tapinhas nas costas ajuda a acelerar o processo. Se após 10 minutos a criança não arrotar, não há motivo para preocupação. Conforme ele aprende a mamar bem, vai parando de arrotar.

Posições para amamentar mais confortáveis

Foto: Breastfeeding

Na hora de dar de mamar, a posição pode variar, proporcionando mais conforto para a mãe e para o bebê. Conheça algumas posições:

  • O bebê é colocado junto ao tórax e sua boca deve ser ajustada com a mama da mãe de forma que não entre ar.
  • Deitada na cama e colocando o bebê paralelamente ao corpo, levantando um pouco a cabecinha dele para facilitar a descida do leite.
  • Deitar o bebê no colo e sentar-se no sofá ou cadeira, segurando o bebê com os dois braços.
  • A mãe fica sentada com o bebê sentado em uma de suas coxas e de frente para o seio.
  • De pé, com o bebê deitado no colo, posicionar a mão entre as pernas do bebê para deixá-lo mais confortável.

Para a amamentar, é importante sentar em uma posição que seja confortável para a mãe e bebê. Para saber se a posição está confortável para o bebê, ele não deve emitir nenhum som enquanto suga o leite, apenas o som de engolir.

Alimentação durante a amamentação

O recomendado é que a mulher que está amamentando se alimente de forma saudável e balanceada, repleta de frutas, legumes, verduras e cereais integrais. Isso porque o bebê consome grande parte dos nutrientes da mãe, o que torna essencial que o organismo dela se encontre em equilíbrio.

Como a fabricação do leite exige a presença de água, é fundamental dar a devida atenção ao consumo de bastante líquido para favorecer a produção de leite. Porém, alguns chás não devem ser ingeridos, pois podem provocar cólicas no bebê.

Alimentos industrializados ou muito gordurosos devem ser evitados, assim como o café, além de outras fontes de cafeína. Apesar de não se saber ao certo se essa substância é ou não prejudicial ao bebê, o ideal é consumir de forma moderada.

Alimentos como carne de porco, leite de vaca, castanhas e frutos do mar também não devem ser consumidos em excesso, pois há o risco de provocar uma alergia alimentar no bebê.

Alimentos que causam cólicas no bebê durante a amamentação

O bebê não nasce com o intestino pronto e, por essa razão, é preciso ter cuidado para que o alimento ingerido pela mãe não acabe levando substâncias que possam provocar cólica no bebê.

Entre os alimentos que devem ser evitados está o molho picante, aromatizantes, suco industrializado, bebidas com gás e alguns chás. O chocolate também não deve ser consumido em excesso.

Além disso, a mãe deve prestar atenção se o consumo de determinados alimentos provoca o desconforto no bebê, entre eles o repolho, couve, feijão, brócolis, ovos e leite.

Amamentação do recém-nascido: como saber quando ele está satisfeito?

Para verificar se o recém-nascido mamou o suficiente, a mãe deve observar se ele se encontra tranquilo e relaxado ao largar o peito. Outra forma de descobrir é notar se ele faz xixi com frequência.

Para confirmar sem restar dúvidas se o bebê está se alimentando bem, basta acompanhar como está o ganho de peso da criança com o passar das semanas.

Até quando devo amamentar seu filho

O desmame deve ocorrer de forma natural e alguns sinais indicam que a criança já está pronta para esse momento. Entre esses sinais está o fato de a criança aceitar outros alimentos e mostrar menos interesse nas mamadas, o que indica que ela está adquirindo uma maturidade para abandonar o peito.

É importante que, ao decidir pelo desmame, a mãe mantenha-se firme e não volte atrás, pois ceder de vez em quando vai fazer com que a criança tenha dificuldade em entender e aceitar a nova realidade. A dica é explicar ao filho que não tem mais leite e que ele pode consumir outros alimentos.

Amamentação prolongada

É considerada amamentação prolongada quando o bebê tem mais de um ano de idade e continua mamando. Especialistas afirmam que tanto a mãe quanto o bebê são beneficiados nesse caso.

Mesmo após os 2 anos, o leite materno segue sendo uma rica fonte de nutrientes para a criança. Em relação à mãe, esse prolongamento evita que ela menstrue e sofra com as cólicas.

Amamentação exclusiva

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o bebê não necessita de nenhum alimento além do leite materno até os 6 meses de vida. A amamentação exclusiva é importante porque o bebê ainda não possui o intestino totalmente desenvolvido em seus primeiros meses de vida, o que impossibilita que ele possa filtrar substâncias prejudiciais ao seu organismo.



Dicas de roupas e acessórios para ajudar na amamentação

O uso de sutiã de amamentação é indicado, pois é mais prático na hora de oferecer o peito à criança. Usar absorventes para seio também é bastante útil, impedindo que o vazamento acabe molhando a roupa.

O uso de almofadas e travesseiros também podem ser de boa ajuda no momento de amamentar. Além disso, a mãe deve estar com roupas confortáveis e leves, especialmente nas estações mais quentes, pois o contato com o bebê aumenta a sensação de calor em ambos.

Mamilos rachados durante a amamentação, como resolver?

Rachaduras no bico do peito podem ocorrer porque a criança não está segurando bem o peito. Quando o bebê se encaixa bem, evita que o mamilo acabe ferido, além de estimular a produção de leite. Para evitar que isso aconteça, a mãe deve corrigir a posição do bebê quando estiver errada.

Se estiver causando muito incômodo, é possível usar uma pomada à base de lanolina ao final da mamada, ou passar algumas gotinhas do próprio leite ao redor do bico, pois isso contribui para a hidratação. Tomar sol nos seios durante 15 minutos, entre 10 horas da manhã e 14 horas, ajuda a prevenir as rachaduras.

O uso de chupeta ou mamadeira pode fazer com que o bebê se confunda na hora de mamar no peito, pois a posição da língua é diferente. Como resultado, pode ficar nervoso por não conseguir mamar direito e machucar o peito por não saber pegar corretamente.

Anticoncepcional para quem amamenta é diferente?

Na fase de amamentação, a mulher pode tomar apenas os anticoncepcionais que não possuem estrogênio na composição. O motivo é porque, além de inibir a produção de leite, é possível que esse hormônio afete o equilíbrio hormonal do bebê ao ser ingerido através do leite.

O recomendado pelos médicos são os anticoncepcionais à base de progesterona, que deve ser tomado de forma contínua. No caso de contraceptivos não-hormonais, as melhores opções são os preservativos masculinos e o dispositivo intrauterino (DIU), que só é indicado após cerca de 50 a 60 dias do parto.

Nomes de anticoncepcional para quem amamenta

Entre os anticoncepcionais que podem ser usados por quem está amamentando são:

  • Cerazette: deve ser usado de forma contínua e a menstruação vem de forma natural ao final da 4ª semana.
  • Depo Provera: é injetável e seu efeito dura 3 meses.
  • Micronor: tomado de forma contínua, é recomendado para a mulher que teve filho recentemente.
  • Minipil: indicado para quem também acabou de ter um filho e deve ter uma pausa de 7 dias entre as cartelas.

Existe dieta para quem amamenta?

O corpo da mulher passa por uma grande mudança após o nascimento do bebê. É importante lembrar que a alimentação deve ser rica em nutrientes, pois o bebê consome uma boa parte deles através da amamentação.

Foto: MomJunction
amamentação alimentação

Para ajudar a reduzir as medidas, a alimentação deve conter fibras, legumes, grãos, carnes magras. Alguns alimentos que contribuem para o emagrecimento da mãe e ainda contêm nutrientes importantes para o bebê são:

  • Arroz integral
  • Damasco
  • Espinafre
  • Aveia
  • Gergelim
  • Alho
  • Mamão
  • Folhas de beterraba

Amamentar deitada é prejudicial?

Não há problema em amamentar deitada, desde que o bebê não apresente nenhum tipo de problema, como infecção de ouvido recorrente. Nesse caso, amamentar deitada pode prejudicar o bebê por conta de uma disfunção na tuba auditiva. Por esse motivo, o recomendado é orientar-se com o pediatra.

Além disso, é preciso que a mãe tenha o cuidado de não amamentar deitada quando estiver com sono, pois há o risco de acidente se ela cochilar e cair em cima do bebê. Por isso, o recomendado é ter sempre a presença de outra pessoa quando for amamentar nessa posição, evitando fazer isso quando estiver cansada ou à noite.

Amamentar em público nos tempos atuais

Nos últimos tempos, polêmicas sobre amamentação em público viraram tema de muita discussão. O leite materno é o alimento principal das crianças, especialmente dos recém-nascidos e, por essa razão, é importante que o bebê possa se alimentar livremente, no momento em que sentir fome, o que pode acontecer em qualquer hora e lugar.

É fundamental que as mães tenham o conhecimento que não existe nenhuma lei que proíbe amamentar em público, já que o ato não possui nada de obsceno ou conotação sexual. Em São Paulo, por exemplo, há inclusive uma lei que obriga estabelecimentos públicos a pagar uma multa no caso de proibir o aleitamento em público.

Posso fazer tatuagem amamentando?

Há mães que desejam fazer uma homenagem ao bebê registrando na própria pele o nome dele ou fazer uma imagem que lembre esse momento tão especial.

Ainda não há confirmação científica de que a tinta usada para fazer tatuagem chega ao leite materno. Há dermatologistas que afirmam não haver riscos para os bebês em relação à absorção de tinta pela pele da mãe, mas é preciso ter o cuidado na hora de escolher o local onde a tatuagem será feita.

Para evitar infecções e que o bebê acabe contaminado através do leite, é preciso escolher um estúdio que possui licença para funcionamento, esteriliza os materiais e use agulhas descartáveis. Além disso, os tatuadores devem ser certificados e experientes.

Posso pintar o cabelo amamentando?

As mães que estão amamentando devem evitar o uso de tintura no cabelo ou fazer procedimentos de alisamento, pois os produtos químicos podem causar danos à saúde do recém-nascido. Isso sem falar no cheiro da tintura, que acaba prejudicando o bebê e levando ao risco de provocar uma rinite alérgica.

Amamentar emagrece: mito ou verdade?

Produzir leite acaba gastando muitas calorias (entre 600 a 800 por dia). Essa perda calórica pode levar à perda de cerca de 2 quilos mensais, o que contribui para que a mãe volte à forma após o nascimento do bebê.

Porém, o que também acontece é que, quando a mulher está em fazer de amamentação, sente mais fome e sede, o que pode levar ao ganho de peso se não equilibrar a alimentação.

Engravidar amamentando é possível?

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Foto: Beachbody on Demand

O fato de estar amamentando é considerado como um método natural para evitar uma gravidez. Isso acontece devido à produção de prolactina, hormônio responsável pela produção de leite. Esse hormônio ajuda a inibir a gravidez, entretanto, não é possível afirmar até que ponto.

De acordo com especialistas, as chances de engravidar ficam em torno de 2% na seguinte situação: quando a mulher não voltou a menstruar, o bebê é amamentado de forma exclusiva com o leite da mãe e tem menos de 6 meses de vida.

Porém, os médicos recomendam que o uso de um contraceptivo seja iniciado por volta de 30 a 40 dias após o bebê nascer, pois há a possibilidade de, por exemplo, a mulher ovular sem apresentar menstruação, o que pode levar a uma gravidez inesperada.

Tomei uma pílula do dia seguinte amamentando, quais os riscos?

Tomar pílula após 6 semanas do nascimento do bebê não casa prejuízo à criança, desde que ela contenha apenas levonorgestrel, que consiste em uma progesterona sintética. Porém, tomar a pílula do dia seguinte antes de 6 semanas aumenta o risco de eventos de trombogênicos na mulher.

Como essa medicação possui uma elevada quantidade de hormônio, é possível que a produção de leite diminua por um curto período de tempo. É importante frisar que a pílula deve ser tomada apenas em caso de emergência e não como um método anticoncepcional convencional.

Quem amamenta pode pintar o cabelo?

Existem produtos que não possuem amônia ou outras substâncias que não são indicadas para esse caso. Ginecologistas indicam o uso de tonalizantes para pintar o cabelo no período de aleitamento materno. O ideal é conversar com o cabeleireiro e usar apenas produtos de certificados.

Posso tomar chá de hibisco amamentando?

O chá de hibisco é conhecido por seu benefício emagrecedor, o que é uma opção para as mulheres que acabaram de ser mães e desejam voltar ao peso anterior à gravidez. Apesar de esse chá não ser indicado durante a gestação, pois apresenta o risco de levar a um aborto, ele pode ser consumido pela mãe durante a fase de amamentação.

O consumo deve ser moderado e, de acordo com especialistas, o fato de algumas de suas substâncias alcançarem o leite materno, não causa prejuízos ao bebê.

Os cuidados com a amamentação são fundamentais para que o bebê se desenvolva bem e com saúde. Dessa forma, mãe e filho estarão mais tranquilos para aproveitar esse momento tão especial.

Referências

https://www.todabiologia.com/saude/aleitamento_materno.htm

http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/amamentacao.htm

https://www.tuasaude.com/amamentacao/

http://www.novemeses.pt/pt/artigos/pos-parto/como-funciona-a-amamentacao

http://www.novemeses.pt/pt/artigos/pos-parto/beneficios-da-amamentacao

http://www.folhavitoria.com.br/geral/noticia/2014/08/alimentos-que-causam-colica-no-bebe.html

http://www.abc.med.br/p/saude-da-mulher/561947/

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