Riscos da hiperglicemia na gravidez

Veja quais os maiores riscos da hiperglicemia na gravidez:

Para a maioria das mulheres, estar acima do peso simboliza uma de suas maiores preocupações. E se ela estiver grávida então, já fica pensando na dificuldade que terá para perder os quilinhos extras no pós-parto. De fato, o ganho excessivo de peso durante a gestação não é uma preocupação só das grávidas, mas também da OMS (Organização Mundial de Saúde). Isso porque o sobrepeso traz diversas complicações para a gravidez como, pré-eclâmpsia (pressão arterial elevada), dificuldades para a realização do parto e diabetes gestacional (hiperglicemia). Além de danos à saúde do bebê.

Riscos da hiperglicemia na gravidez

Diferente dos diabetes tipo 1 e 2 – que são definitivos, o diabetes gestacional costuma aparecer durante a gravidez (em geral, após a 20ª semana) e desaparecer depois do parto. Mesmo assim, é preciso evitá-lo!

Embora seja considerado transitório, o diabetes gestacional é uma doença. Ele provoca níveis elevados de glicose (açúcar) no sangue, podendo trazer sérios riscos à gestante e ao bebê. Com o excesso de glicose circulando no sangue da grávida, o bebê também recebe quantidades altas desta substância e começa a produzir muita insulina, buscando combater a hiperglicemia na gravidez. Em virtude disso, os bebês de mães com diabetes gestacional costumam nascer acima do peso – pois a insulina é um hormônio que estimula o crescimento e o aumento de peso.

Riscos da hiperglicemia na gravidez

Outras consequências do diabetes gestacional não tratado são maiores riscos de problemas cardíacos e respiratórios ao feto e até casos de morte intrauterina. Além disso, há indícios de que na fase adulta esses bebês apresentam mais propensão à obesidade e ao diabetes tipo 2 do que a maioria da população. Já para a gestante, as consequências mais comuns são risco de aborto espontâneo, parto prematuro e pré-eclâmpsia.

Reconhecendo os sinais do diabetes gestacional

Sintomas como excesso de urina, muita sede, perda de peso, visão turva e muita fome são alertas para os diabetes tipo 1 e 2. Já nas grávidas, o aumento das idas ao banheiro, o cansaço, as tonturas e o aumento da fome são comuns à gravidez, dificultando o diagnóstico de diabetes gestacional por meio desses sintomas. Por isso, a importância de frequentar todas as consultas de pré-natal e realizar de todos os exames solicitados pelo médico ou obstetra que acompanha a gestante.

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Foto: Kenetictechnologies

Além disso, a adoção de um estilo de vida mais saudável, incluindo uma alimentação saudável e balanceada e a prática de exercícios físicos (adequados) faz grande diferença.

Evitar comer por ansiedade, realizar as refeições dentro do horário e de forma mais tranquila e sem pressa de engolir os alimentos contribui para uma melhor digestão e traz saciedade.