Mitos sobre a moleira do bebê

Os bebês são bastante frágeis, mas existem muitos mitos que envolvem os recém-nascidos, principalmente no que se refere à moleira. Quer saber o que é verdade e o que é mentira? Então confira abaixo:

Afinal, o que são as moleiras?

As moleiras, também chamadas de fontanelas, são espaços abertos no osso do crânio, no topo da cabeça do bebê. Elas possuem de dois a quatro centímetros e se fecham completamente por volta dos 18 meses de idade da criança.

As moleiras existem por motivos específicos: o primeiro é facilitar o nascimento do bebê pelo canal vaginal; o segundo é permitir que o cérebro do bebê cresça.

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Foto: Divulgação.

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Verdades e mitos

  • Pode parecer estranho, mas a cabeça do bebê pode ficar deformada após o parto, devido a alterações que acontecem no momento do nascimento. Porém, os pais não precisam se preocupar, pois tudo tende a ficar normal durante os primeiros dez dias de vida da criança;
  • É raro, mas as moleiras podem se fechar antes do previsto, prejudicando o desenvolvimento do bebê, o que recebe o nome de Cranioestenose. Quando isso acontece, o cérebro não encontra espaço para seu crescimento, gerando lesões neurológicas e deformações no crânio. As causas do problema ainda não são totalmente conhecidas, mas acredita-se que infecções, hereditariedade e o uso de alguns medicamentos durante a gestação podem ser causas;
  • A região da moleira é bastante frágil, por isso não se deve apertar o local;
  • Alterações na moleira podem significar que há algo errado. Por exemplo, se a região está afundada, o bebê pode estar desidratado. Por outro lado, o inchaço da região pode significar excesso de vitamina C.

Consulte o médico do bebê

Se os pais perceberem alguma anormalidade, devem procurar o médico pediatra do bebê para que ele o examine e afaste qualquer hipótese de problema.