Ecocardiograma Fetal: O que é e quando fazer?

Ecocardiograma Fetal: O que é e quando fazer? Entenda melhor sobre o assunto.

O período da gestação é maravilhoso e ficamos ansiosas a cada exame para saber o desenvolvimento do nosso bebê (acompanhe o desenvolvimento do bebê passo a passo) e confesso que alguns nomes de exame me assustavam ao serem solicitados pela ginecologista. Um deles é o ecocardiograma fetal.

O que é ecocardiograma fetal?

É um exame de ultrassom que permite avaliar se o coração do bebê está se desenvolvendo adequadamente e se apresenta função normal dentro do útero da mãe.

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Ele complementa a avaliação do ultrassom morfológico, pois é realizado por um cardiologista pediátrico com especialização nesta técnica. (Medschool)

Para que serve o Ecocardiograma Fetal?

Ele é importante para detectar se há alguma doença congênita, que se descoberta precocemente e necessitar de intervenção cirúrgica após o parto, fará com que o médico recomende um hospital com infraestrutura necessária ao atendimento imediato do seu bebê após o nascimento.

Ou quando necessário, tratar ainda no útero certas doenças cardíacas fetais, como a arritmia. Este exame diagnostica e acompanha a resposta do feto ao tratamento, sendo ferramenta importantíssima no pré-natal das gestantes.

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Foto: fetal.com

Quando fazer?

Este exame pode ser realizado a partir de 18 semanas, mas a melhor época é com 28 semanas de gestação. Não é necessária incisão no útero, pois é um exame de ultrassom realizado através do abdômen materno.

Quais casos requerem que o exame seja feito mais precocemente ou com maior frequência?

1 – Quando houver casos de cardiopatia congênita na família do pai ou da mãe e filhos anteriores nascidos com doença cardíaca.

2 – Quando a gestante adquirir certas infecções que podem comprometer a formação do coração, como toxoplasmose, rubéola e citomegalovirose.

3 – Quando a mamãe fez uso de medicações que podem ser associadas ao desenvolvimento de doença cardíaca fetal, principalmente quando utilizadas nos primeiros meses de gestação (nestes casos, o obstetra encaminha a gestante para uma avaliação, sendo necessário este exame).

4 – Se a mãe tiver diabetes, tanto pré-existente quanto a adquirida durante a gestação. Ela pode comprometer o coração do feto, principalmente quando não controlada.

5 – Por fim, mamães com idade superior a 35 anos. Estas, merecem uma avaliação pré-natal mais rigorosa devido às maiores chances de malformações fetais.

Muitos obstetras têm incluído o ecocardiograma fetal entre os exames de rotina deste grupo.

ecocardiograma fetal é um exame sem risco para a gestante e para o bebê, trazendo os benefícios de um diagnóstico precoce e de tratamento eficaz nos casos de cardiopatias fetais. Por isso, não se recuse ou deixe fazer.