Dicas para ensinar o bebê a se alimentar sozinho

You are currently viewing Dicas para ensinar o bebê a se alimentar sozinho

Quando os bebês começam a ficar mais crescidos, os pais se veem diante de um novo desafio em relação à alimentação: fazer com que os filhos comam sozinhos. Os pequenos ficam cheios de manha e muitas vezes se recusam, mas eles já o conseguem e isso deve ser estimulado. Mas, você sabe como fazer isso?

Crescimento e independência

Quando as crianças começam a comer sozinhas tornam-se mais independentes, o que leva ainda a outras atividades. A partir daí vão começar também a tomar banho sozinhas, a dormir sozinhas, se vestir sozinhas.

Para os pais este avanço significa praticidade, pois ao invés de ficarem dando comida na boca de seus filhos podem otimizar o tempo se dedicando a outros afazeres.

 Leia ainda: Acupuntura ajuda no aleitamento?

Bagunça e paciência

No início, quando as crianças estão começando a comer sozinhas, elas farão muita bagunça. Vão demorar para fazer a refeição, vão derrubar comida pela mesa e chão etc.

Os pais, em contrapartida, devem ter muita paciência com as crianças. Brigar e gritar não ajuda em nada, tudo deve ser baseado na conversa. Pai e mãe devem explicar tudo de maneira clara e tranquila para os pequenos.

Dicas para incentivar que comam sozinhos

Os pais podem, quando o bebê estiver próximo de completar 1 ano de idade, estimular aos poucos que eles comam sozinhos. A curiosidade e vontade devem ser atiçadas.

Uma dica é colocar uma bandeja de plástico sobre o chão ou cadeira (deixe em uma altura confortável). Nela, coloque pedaços de fruta picados, também outros alimentos sólidos que possam ser facilmente pegos com a mão e ingeridos sem maiores dificuldades.

As crianças vão, no começo, se sujar e colocar as mãos meladas sobre móveis, roupas, rosto e cabelos. Alimentos também vão cair e se espalhar pelo chão. Mas tudo é válido.

Equipe Gestação Bebê

A equipe de redatores do Gestação Bebê é formada por jornalistas e profissionais convidados de diversas áreas, como pediatria e psicologia.

Deixe um comentário